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Por  Tainara Figueiredo De ASCOM TRE-BA Revisão extraordinária deve ser concluída em todos os municípios participantes antes das Ele...


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segunda-feira, 31 de dezembro de 2018

domingo, 30 de dezembro de 2018

quinta-feira, 27 de dezembro de 2018

REVISTA INTERNACIONAL PROMOVE REFLEXÃO SOBRE RELAÇÃO ENTRE INFÂNCIA E TECNOLOGIA

Por José Pedro Soares Martins - MTb 17.572
De Instituto Arcor Brasil

Capa da revista internacional Por Escrito número 12

     Qual o impacto do avanço das novas tecnologias de informação na vida das crianças? Como avaliar a relação dos membros de uma geração de “nativos digitais” com a proliferação as redes sociais e plataformas virtuais? Estas e outras questões estão em debate no novo número da revista internacional “Por Escrito”, editada pela Fundação Arcor, da Argentina, e Instituto Arcor Brasil.

     No número todo dedicado a discutir a relação entre Infância e Tecnologia, constam artigos como “Tecnologias, adultos e crianças na era da Internet”, do publicitário argentino Juan José Retamal, diretor estratégico do Observatório Iberoamericano de Comunicaçaõ Digital.

     “Quando os pais enfrentam a decisão de adquirir um dispositivo, seja um smartphone, um computador ou um console de videogame, não percebem que, na maioria dos casos, estão presenteando seus filhos com um “aparato” que, além de tudo o que vem na caixa e as funções descritas nas instruções, também inclui uma porta invisível para um mundo desconhecido, uma nova dimensão, completamente diferente da qual estamos acostumados. E quando nos damos conta que algo estranho está acontecendo, começam os conflitos”, comenta o publicitário.

     Por sua vez, Alicia Entel, professora pesquisadora na Universidade de Buenos Aires, escreve sobre “A imaginação infantil na cultura digital”. Ela analisa as possibilidades e os desafios para a criatividade infantil no meio digital. “A escolaridade constitui um espaço-tempo ideal para uma introdução criativa às TICs (tecnologias de informação e comunicação). Mas não confunda: uma coisa é ter um dispositivo, tê-lo como objeto de consumo para colocá-lo em sua mochila ou guardá-lo no quarto, e outra coisa é aprender a usá-lo de forma criativa”, pondera Alicia Entel.

      A revista “Por Escrito” sobre Infância e Tecnologia também reúne várias experiências e pesquisas sobre o tema, como o caso da Rede Esse Mundo Digital, que tem como objetivo promover debates sobre como transformar o mundo digital numa fonte mais Ética, Segura, Saudável e Educativa. Uma entrevista sobre a Rede é concedida pelos idealizadores, os brasileiros Claudia Mascarenhas Fernandes, Evelyn Eisenstein e Eduardo Jorge Custódio da Silva.

       Várias indicações bibliográficas e de sites na Internet sobre a temática também são apresentadas no número especial da revista “Por Escrito”. Todo o conteúdo da revista pode ser baixado gratuitamente no site do Instituto Arcor Brasil: www.institutoarcor.org.br

Mais informações:

Instituto Arcor Brasil . www.institutoarcor.org.br 

José Pedro Soares Martins/ (MTb 17.572)

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PMDF prende casal com 17kg de maconha em ônibus rumo à cidade de Santa Rita de Cássia/BA

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quarta-feira, 26 de dezembro de 2018

VÍDEO: MENSAGEM DE BOAS FESTAS DO VEREADOR ORI BRANDÃO


São Desidério, Formosa do Rio Preto e Correntina lideram lista de maiores arrecadadores com áreas agrícolas no Oeste da Bahia

Por Hebert Regis
De Assessoria de Imprensa da Abapa


Principal mola propulsora da economia no Oeste da Bahia, as proprietários de terra agrícola garantiram nos últimos sete anos, entre 2000 e 2017, um crescimento da arrecadação do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (ITR) entre os nove municípios agrícolas da região. Em 2017, o topo da arrecadação ficou com os municípios de São Desidério, com R$ 8.576.410 milhões, seguido de Formosa do Rio Preto e Correntina, com R$ 6.293.534 milhões e R$ 3.013.495, respectivamente.

Todos os municípios juntos, que ainda incluem, Baianópolis, Barreiras, Cocos, Jaborandi, Luís Eduardo Magalhães e Riachão das Neves, arrecadaram EM 2017 um total de R$ 26.574.377 milhões.

Este foi o maior volume de imposto pago pelos agricultores da região mediante a propriedade e uso da terra para produção agrícola nestes últimos sete anos. Os dados foram informados pela Receita Federal, que ainda está consolidando os dados de 2018, cuja declaração foi finalizada em setembro.


Pago anualmente pelos proprietários de terra, o ITR é semelhante ao pagamento do Imposto Predial Territorial Urbano (IPTU) nas cidades. É calculado mediante o Valor da Terra Nua Tributável (VTNt), cuja alíquota varia em relação ao tamanho do imóvel e do grau de utilização das terras, sendo determinado pelos proprietários em acordo com os municípios. Ao calcular o imposto arrecadado neste sete anos, somam-se R$ 316.029.809 milhões, e de 2010 para 2017, houve um incremento de 44,33% e está ligado à aquisição e uso de terras para a produção agrícolas bem como o reajuste das alíquotas ao longo dos anos. Formosa do Rio Preto, São Desidério e Correntina também lideram a lista de maior crescimento de imposto arrecadado nestes sete anos.

Embora seja um montante considerável, o ITR está longe de ser a principal arrecadação com a agricultura. É o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) que mais impacta positivamente na conta dos munícipios do Oeste. Um dos representantes do setor agrícola que atuam na região, o presidente da Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa), Júlio Cézar Busato, reforça que o volume de recursos arrecadados somente demonstra o quanto a produção agrícola e a valorização das terras diante da produção agrícola vem contribuindo para o desenvolvimento socioeconômico possibilitando o retorno para quem mora nestes municípios.

"Com essa arrecadação, gostaríamos que as prefeituras revertessem parte desse valor para a manutenção das estradas vicinais firmando, por exemplo, a parceria com Programa Patrulha Mecanizada, que já tem uma estrutura e vem trabalhando com investimento de outros fundos dos agricultores como o Fundeagro e Prodeagro. Alguns municípios como Luís Eduardo Magalhães já são parceiros e vem ampliando a quantidade de estradas recuperadas facilitando o trânsito para todas as pessoas, que moram nas localidades da zona rural e em fazendas, e para o escoamento da safra", explica.


Assessoria de Imprensa Abapa 26/12/18

Hebert Regis – (77) 9.9978 0913 ou hebert@araticum.jor.br

Nádia Borges – (77) 9.9115 8050 ou nadia@araticum.jor.br

Santa Rita de Cássia: Dois morrem após caminhonete capotar na BA-451

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terça-feira, 25 de dezembro de 2018

Dois homens morrem e familiares ficam feridos após caminhonete capotar em trecho do município de Santa Rita de Cássia/BA

Dois homens morrem e familiares ficam feridos após caminhonete capotar em trecho do município de Santa Rita de Cássia/BA

Juíza derruba liminar e volta a permitir reintegração de 300 mil hectares na Vila Coaceral - município de Formosa do Rio Preto - Bahia

Por Mariana Oliveira
De Consultor Jurídico

A juíza substituta de 2º grau, Marivalda Almeida Moutinho, atuando na Comarca de Formosa do Rio Preto (BA), derrubou liminar que impedia a reintegração de posse de uma área de 300 mil hectares. A magistrada baseou sua decisão no princípio da razoável duração do processo, já que a matéria tramita há mais de 30 anos. 

A área, um distrito da cidade de Formosa do Rio Preto conhecida como Vila Coaceral, equivale a quatro vezes o tamanho de Salvador. Desde 1985, a posse é requerida por José Valder Dias e sua mulher Ildeni Gonçalves Dias.

O casal teve a primeira decisão liminar favorável decretada pelo juiz Sérgio Humberto de Quadros Sampaio, em abril de 2017. À época, cerca de 300 famílias de agricultores viviam no local. O mesmo magistrado, ao proferir anteriormente uma decisão de ofício, em portaria administrativa, que dava a posse ao casal, também fora barrado pelo Conselho Nacional de Justiça. 

A liminar que suspendia a reintegração de posse, proferida pela desembargadora Sandra Inês Moraes Rusciolelli Azevedo, da 3ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça da Bahia, em 29 de novembro de 2018, considerou o fato de Sampaio ter sido alvo de um incidente de suspeição antes de decretar a reintegração da área sem tomar nenhuma das duas providências cabíveis: se declarar por suspeito e encaminhar os autos a um juiz substituto ou refutar a alegação, levando a arguição a julgamento em instância superior. O juiz apenas se declarou suspeito em 14 de novembro de 2018 por motivo de foro intimo.

Marivalda entrou no lugar de Sampaio e afirmou que os agravantes pretendiam "protelar a marcha processual" e justificou sua decisão de prejudicar o cumprimento da decisão que suspendia a reintegração de posse em recomendação da Corregedoria Geral de Justiça "no sentido de sentenciar todos os processos físicos".

A juíza negou o pedido do Instituto Chico Mendes para integrar o polo passivo da ação já que mais 50 mil hectares da área está nos limites da Estação Ecológica Serra Geral do Tocantins (EESGT), e também refutou intervenção do Ministério Público "porque não há interesse público ou social aferido na presente ação, tratando-se de demanda de interesse privado de natureza possessória, que não é conflito agrário".

A magistrada ressaltou que a situação analisada hoje é muito diferente da que existia quando o processo foi ajuizado. Lembrou que o tamanho da terra requerida há mais de 30 anos não é o mesmo atualmente, já que muitos acordos foram firmados para que os agricultores permanecessem no local.

Como o cumprimento da decisão de reintegração de posse aconteceu em tempo de colheita dos agricultores, alguns fizeram acordos para permanecer na terra pagando por isso com sacas de soja. Esses tratos, sustentou a juíza, "sinaliza categoricamente a admissão pública da posse do autor José Valter Dias e sua esposa Ildeni Gonçalves Dias sobre o imóvel e, pelo outro lado, o não reconhecimento da posse dos réus".

"Essa conduta permissiva, principalmente perante os inúmeros acordos celebrados, corrobora para a constatação supra, da inexistência de posse dos réus ou, se em algum momento tiveram, já foi alienada a terceiros, como os produtores que celebraram o acordo", disse. "É forçoso concluir que não há qualquer área sob a posse dos réus originários e, portanto, há a impossibilidade de se fixar se haveria ou mesmo qual seria tal pretensão", completou.

Ela considerou, por fim, que o casal autor da ação tem a posse justa da terra, "não lhes pesa a marca de qualquer dos defeitos típicos da posse injusta, isto é, não adquiriram a posse da Fazenda São José na totalidade de sua área hectares de forma violenta, clandestina ou precária, mas através de justo título judicial – adjudicação". E que os réus e terceiros interessados na ação se apossaram dos hectares por "má-fé, de forma injusta, por ato de força, seja ela natural ou física ou resultante de violência e clandestina".

Arguição de suspensão
Marivalda Almeida Moutinho também foi alvo de arguição de suspensão. De acordo com o autor, ela estaria utilizando um avião particular para se locomover de Salvador até a cidade de Barreiras-Formosa por disponibilização de Adailton Maturino, que tem interesses diretos na ação possessória.

A juíza proferiu decisão não só não conhecendo do incidente de suspeição, como também condenando o autor por litigância de má-fé a pagar uma multa de R$ 1 milhão.

"O Incidente de Suspeição mostra-se esdrúxulo, porque não só arguido por quem não é parte no processo, sendo este direito restrito às partes litigantes, quanto mais fundado em questionamentos diversos e estranhos ao feito, ou seja, constata-se a litigância de má-fé do excipiente e o desejo consciente de tumultuar o processo a que se refere para arguir a suspeição, sendo assim, a suspeição está sendo provocada por quem a alega e por suposições aleatórias de deduções segundo a malícia do suscitante, não se pode considerar como um procedimento incidental de suspeição fatos imaginários com base em presunção subjetiva do arguinte, como no caso."


Clique aqui para ler a decisão da reintegração de posse.
Processo 0000157-61.1990.8.05.0081


Clique aqui para ler a decisão pelo não cumprimento da liminar.
Processo 8000369-95.2017.8.05.0081


Clique aqui para ler a decisão da suspeição.
Processo 8000609-50.2018.8.05.0081


Link da notícia:  https://www.conjur.com.br/2018-dez-24/juiza-volta-permitir-reintegracao-300-mil-hectares-bahia

segunda-feira, 24 de dezembro de 2018

ACREDITAR


Entidades dos agricultores baianos participam de ações sociais neste final do ano em Barreiras e Luís Eduardo Magalhães

Por Hebert Regis
De Assessoria de Imprensa Abapa


Os agricultores baianos, por meio da Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa) e da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba), participaram ao longo da última semana de ações sociais ligadas ao bem estar de crianças e adolescentes. Na última quinta-feira (22), eles integraram a campanha “Natal do Bem” promovida pela TV Oeste, afiliada da Rede Globo, em Barreiras. “Ficamos felizes e gratos pela Abapa ter apoiado a campanha Natal do Bem. É uma iniciativa do jornalismo da emissora lançada este ano mas, certamente, terá sequência nos próximos. As adesões foram muitas e isso nos motiva a continuar buscando tocar nos corações das pessoas para que juntos, possamos oferecer às crianças de Barreiras, um dia especial, de muita alegria “, destacou a diretora da TV Oeste, Zezé Campos.

Na quarta-feira (21), foram doados materiais didáticos para o Associação Projeto Geração Eleita que promove atividades ligada a música, esporte e lazer para as crianças em vulnerabilidade social do bairro Jardim das Oliveiras, em Luís Eduardo Magalhães. Para o diretor-presidente da Associação Projeto Geração Eleita, André Ramos, esta ação é fundamental para apoiar as crianças nas atividades ao longo do ano dentro do projeto e no dia-a-dia em sala de aula. “Esta ação traz o grande diferencial para a vida destas crianças”, ressalta. Recepcionado pelas crianças envolvidas no projeto, o diretor-executivo da Abapa, Lidervan Morais, acredita que este ato de solidariedade somente demonstra o quanto os agricultores e os funcionários das entidades estão sensibilizados e envolvidos com as demandas da sociedade local.


Ainda na quarta-feira (21), em Barreiras, as entidades ligadas aos produtores rurais integraram a parceria do evento “Natal Solidário” da Escola Municipal Paulo Freire, no Conjunto Habitacional Rio Grande, em Barreiras, quando foram doados brinquedos para as crianças e adolescentes da instituição de ensino. A escola também conta com o projeto “Horta na Escola” desenvolvido pela Aiba, em parceria coma a Prefeitura de Barreiras. Na última sexta-feira (14), a Abapa também contribuiu para a realização da formatura dos estudantes de 9º ano do ensino fundamental da escola da comunidade Rio de Pedras, em Barreiras, quando receberam mochilas personalizadas. E em junho, eles receberam agasalhos da campanha “Sou de Algodão” durante no início do inverno apoiando na redução dos índices de evasão escolar na localidade.

Ações ao longo do ano - Somente em 2018, os agricultores e as entidades agrícolas, por meio do Fundo de Desenvolvimento Sustentável da Bahia (Fundesis) investiram um total de R$ 600 mil em entidades que desenvolve as ações e projetos sociais já existentes no oeste da Bahia a exemplo de creches, escolas, orfanato, abrigos, centros médicos, casa de passagem e outros, voltadas para os diversos público carente. Desde a criação do fundo em parceria com o Banco do Nordeste (BNB), os agricultores investiram mais de R$ 3,5 milhões em 100 projetos de mais de 50 entidades filantrópicas nos 14 municípios do oeste da Bahia.


O presidente da Abapa, Júlio Busato, reforça o quanto os agricultores e as entidades que eles representam vem colaborando com as ações de entidades sociais que desempenham um trabalho social sério e que contribui diretamente para ajudar as pessoas a se desenvolverem no oeste da Bahia. “É aqui que moramos com as nossas famílias, é onde nossos filhos estudam e vivem, e trabalhamos na cidade e no campo apoiando o desenvolvimento da região com geração de emprego, renda e responsabilidade social”, afirma.

Assessoria de Imprensa Abapa 24/12/18

Hebert Regis – (77) 9.9978 0913 ou hebert@araticum.jor.br

Nádia Borges – (77) 9.9115 8050 ou nadia@araticum.jor.br

domingo, 23 de dezembro de 2018

Para advogado, Calmon está 'totalmente desinformada' sobre suposto caso de grilagem no município de Formosa do Rio Preto/BA

De Bahia Notícias


Em resposta às avaliações da ex-corregedora do CNJ, Eliana Calmon, sobre o suposto caso de grilagem de terras investigados no Oeste da Bahia (veja aqui), o advogado Domingos Bispo afirmou que a mesma "está totalmente desinformada da realidade dos fatos, a partir da inversão de valores". Em contato com o Bahia Notícias, o causídico defendeu que a situação das terras não se trata de grilagem.

De acordo com Bispo, a Fazenda São José, situada no município de Formosa do Rio Preto e alvo das investigações, foi adquirida em janeiro de 1870 por Suzano Ribeiro de Souza, mediante escritura pública de compra e venda. A situação conflitante que se passou em seguida estaria relacionada à morte do comprador, em 1890.

"Em janeiro de 1890, Suzano Ribeiro faleceu e, em 18 de fevereiro do mesmo ano, a viúva Maria da Conceição Ribeiro iniciou o seu processo de inventário, cuja partilha foi homologada em 2 de setembro do mesmo ano, ficando a fazenda São José dividida entre a viúva meeira e seus cinco filhos", explicou o advogado.

Depois de 87 anos, um novo inventário teria sido feito, com uma data de óbito diferente. "Por volta de 1977, curiosos, bisbilhotando o Cartório de Registro de Imóveis e Hipotecas da Comarca de Santa Rita de Cássia, da qual Formosa do Rio Preto era Termo Judiciário à época, encontraram o referido Registro [de compra da fazenda], tendo como adquirente Suzano Ribeiro de Souza", contou Bispo.

"Em seguida, aqueles procuraram os herdeiros do referido Suzano e foi quando encontraram os descendentes de Joana Francisca Ribeiro (filha de Suzano), compraram os direitos, receberam as escrituras de cessão de direitos hereditários e fizeram novo registro de óbito de Suzano, desta feita, declarando que o mesmo faleceu em 1894, deixando uma única filha, a sobredita Joana Francisca Ribeiro, abrindo novo inventário, desta feita, na Comarca de Santa Rita de Cássia".

A partir deste segundo inventário, as terras teriam sido divididas e vendidas para um grupo de agricultores, "de boa-fé". Por volta de 2016, segundo o advogado, o Ministério Público do Piauí promoveu uma ação declaratória de nulidade do segundo registro de óbito de Suzano Ribeiro de Souza. Com o êxito da ação, foram canceladas as matrículas que tinham como proprietários em torno de 200 agricultores.


REINTEGRAÇÃO DE POSSE

Bispo questionou ainda a versão que defende a reintegração de posse de mais de 300 mil hectares a José Valter Dias, representado por Eliana Calmon. "O José Valter Dias, que havia promovido uma ação de reintegração/manutenção de posse em face de poucos agricultores em 1990, a qual ainda não havia completado a devida relação processual se prevalecendo da situação do cancelamento das matrículas, se associou a um grupo de pessoas influentes no meio do Judiciário baiano, conseguindo uma liminar prolatada por um juiz que tem um incidente de suspeição sem julgamento no processo e sem observância ao devido processo legal", pontuou o causídico.

Ele ainda negou as acusações de que Dias teria morado no município de Santa Rita e sofrido agressões. "A versão apresentada pela Dra. Eliana Calmon de que o José Valter Dias tinha uma oficina em Santa Rita, tal versão não é verdadeira, pois este modesto advogado, apesar de residir em Formosa do Rio Preto, sou natural da vizinha cidade de Santa Rita e nunca deixei de manter estreitos relacionamentos pessoais com a população daquela cidade e afirmo com toda propriedade, que José Valter Dias nunca teve oficina em Santa Rita, mas em Barreiras, como dito em linhas pretéritas, bem como nunca comprou parcelas de terras na área da Fazenda São José, nunca morou lá e muito menos sofreu qualquer tipo de agressão, moral ou física".

Link da Notícia: https://www.bahianoticias.com.br/noticia/230535-para-advogado-calmon-esta-totalmente-desinformada-sobre-suposto-caso-de-grilagem.html

UM FELIZ NATAL E PRÓSPERO ANO NOVO AOS CLIENTES DA FARMACLIN - A FARMÁCIA CLÍNICA DA CIDADE DE SANTA RITA DE CÁSSIA/BA


sexta-feira, 21 de dezembro de 2018

Colação de grau em gabinete marca encerramento do ciclo de formatura da FASB, em 2018

Por Nádia Borges
De Araticum Comunicação


Em clima de alegria, acadêmicos da Faculdade São Francisco de Barreiras (FASB), participaram na tarde desta terça-feira (19), da solenidade de colação de grau em gabinete. O evento tem como principal objetivo, garantir aos estudantes concluintes, a oportunidade de agilizar o processo de formação, para uma eventual transferência de cidade ou ocupação em uma vaga no mercado de trabalho.


Marcelo Ferraz, acompanhou o filho Almir, que colou grau em Psicologia. O pai, orgulhoso, falou sobre como a FASB acompanha a sua vida. ¨EU me graduei em Publicidade e Propaganda aqui na FASB, minha filha, em Enfermagem, também aqui nesta instituição e agora o meu filho, que hoje colou grau em Psicologia. Muito feliz em poder contar com a FASB, pois não precisei mandar eles para outra cidade para poder estudar¨, disse.



O filho de Marcelo, agora psicólogo, Almir Guilherme, destacou a importância de estar formado e pronto para assumir novos desafios. ¨Após cinco anos de muito estudo, estou feliz, tendo um sentimento de conquista, consagração imenso. Sei que estou preparado pela FASB, para me ingressar no mercado de trabalho¨.



Conduzindo o evento, o diretor-presidente da FASB, Tadeu Bérgamo destacou a importância da formatura em gabinete. ¨Essa formatura atende um anseio de vários alunos, é um procedimento emergencial, para atender demandas dos acadêmicos que precisam do certificado de conclusão o quanto antes. A FASB, como sempre, cumpre o seu papel social, em fazer a diplomação e a entrega do certificado para que eles possam assumir as suas atividades, uma vez que passaram por aqui muito tempo, almejando chegar no momento como este de hoje”, disse.


A formatura reuniu 29 acadêmicos dos cursos de Fisioterapia, Enfermagem, Agronomia, Educação Física, Psicologia, Publicidade e Propaganda, Ciências Contábeis, Direito e GTI. Para Vinícius Santos, que recebeu a colação em Fisioterapia, o momento foi ímpar. ¨ ¨Total gratidão pelo ensino que tive aqui na FASB, um curso de excelência, reconhecido por toda sociedade. Fazer Fisioterapia, é preciso ter empatia e ter qualidade no ensino, e isso nós conseguimos aqui na FASB, onde temos uma clínica escola referência na região, o que demonstra a tamanha responsabilidade do curso e da instituição¨.


Araticum Comunicação – 21/12/2018

Informações para a Imprensa:

Hebert Regis – (77) 9.9978 0913 ou hebert@araticum.jor.br

Nádia Borges – (77) 9.9115 8050 ou nadia@araticum.jor.br 

PROGRAMA UNE ESCOLAS E COMUNIDADE PELA QUALIDADE NA EDUCAÇÃO INFANTIL NA REGIÃO DE PIRACICABA

Por José Pedro Soares Martins - MTb 17.572

Foto Escuta M4 – Reunião com mães de alunos em Mombuca

     Famílias, comunidades e escolas unidas, pela qualidade na Educação Infantil em seis municípios da região de Piracicaba. Este foi um dos resultados do Programa Primeiro a Infância – Educação Infantil como Prioridade, iniciativa do Fundo Juntos pela Educação realizada ao longo de 2018 e que será encerrada em março de 2019. O Fundo Juntos pela Educação é composto pelo Instituto Arcor Brasil e Instituto C&A.

      Em sua segunda edição, o Programa Primeiro a Infância foi implementado nos municípios de Capivari, Mombuca, Monte Mor, Rafard, Rio das Pedras e Saltinho. A Oficina Municipal é a organização contratada pelo Fundo Juntos pela Educação para a implementação do Programa, assim como ocorreu na primeira edição, entre 2015 e 2017, nos municípios pernambucanos de Cabo de Santo Agostinho, Camaragibe e São Lourenço da Mata.

      Assim como ocorreu em Pernambuco, a segunda edição do Programa Primeiro a Infância enfatizou ampla participação da comunidade na elaboração ou revisão do Projeto Político Pedagógico (PPP) das unidades de educação infantil nos seis municípios paulistas, em sintonia com os respectivos Planos Municipais de Educação. O PPP é um documento que deve reunir a visão da escola sobre Educação Infantil, o contexto onde ela está inserida e os seus objetivos, com a definição de metas para a melhoria constante do processo educativo.

      Como explica a coordenadora técnica do Programa, Oneide Ferraz, da Oficina Municipal, foram observadas essas fases, para a produção ou revisão do PPP de cada unidade de Educação Infantil nos seis municípios: construção do Marco Referencial (com a definição das concepções de Educação Infantil da visão de escola desejada pela comunidade escolar, segundo a legislação e as necessidades de cada local), construção do diagnóstico (com o estudo da situação de cada escola, seu contexto, a realidade sociocultural e outros aspectos) e elaboração do Plano de Ação, com as demandas e prioridades apontadas pela comunidade de cada uma das unidades de Educação Infantil nos seis municípios paulistas.

     Entre os meses de dezembro de 2018 e fevereiro de 2019 serão concluídos os Planos de Ação, revistos os PPP de todas as unidades de educação infantil nos seis municípios e preparada a planilha de monitoramento pelas respectivas Secretarias ou Diretorias Municipais de Educação, após a realização do último encontro regional, previsto para fevereiro. A segunda edição do Programa Primeiro a Infância será encerrada em março de 2019, com a realização de um seminário para apresentação de resultados e avaliação das ações. Também será deflagrado o processo de monitoramento da implementação dos novos PPP.

     As representantes dos municípios participantes do Programa Primeiro a Infância apontam o processo de construção participativa do PPP, como um dos destaques da iniciativa. “O Programa foi muito importante para a valorização da Educação Infantil nos municípios, como primeira etapa do sistema educacional. Foi muito valiosa a escuta dos pais, dos educadores e das próprias crianças, sobre o que pensam sobre a escola onde estudam e onde estão seus filhos”, afirma Márcia Valesin, supervisora de Ensino em Rafard.

      De fato, ao longo de 2018 foram promovidas várias reuniões, nos seis municípios, com a participação dos próprios educadores das escolas, dos pais de alunos e das crianças, para escuta sobre o que pensam sobre as unidades escolares e sobre o que gostariam de ver no futuro das instituições.

      Foi o que ocorreu por exemplo com as comunidades das 11 Escolas Municipais de Educação Infantil de Capivari, além das cinco das 18 escolas de Ensino Fundamental do município que contam com Educação Infantil. “A consulta às comunidades foi muito importante para que as famílias conhecessem melhor as escolas e também para que percebessem que podem participar da vida delas, em benefício dos filhos”, relata Regina Aparecida de Campos Amâncio, supervisora de Ensino da Educação Infantil de Capivari.

      A valorização da Educação Infantil, como primeira e essencial etapa do sistema educacional, é outra contribuição do Programa Primeiro a Infância, acentuam as educadoras. “A Educação Infantil ficou mais valorizada, com as escutas das crianças e dos pais, que passaram a ver a escola de forma diferente”, salienta Rejane Cristina Guizo, diretora da Escola Municipal de Educação Infantil “Nelson Rosamilha”, em Rio das Pedras.


Mais informações: Fundo Juntos pela Educação

José Pedro Soares Martins/ (MTb 17.572) –

josepmartins@uol.com.br 55(19) 98396.4297

www.juntospelaeducacao.com.br 

FASB realiza 1º encontro após firmar parceria com Agência Brasileira de Exportação (Apex- Brasil)

Por Nádia Borges
De Araticum Comunicação


Com o objetivo de capacitar empresas para exportação de produtos/serviços foi realizada na segunda-feira (17) a 1ª reunião do Comitê Consultivo do Convênio firmado entre a Faculdade São Francisco de Barreiras (FASB) e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil). A Agência atua na promoção de produtos e serviços brasileiros no exterior a fim de atrair investimentos estrangeiros para setores estratégicos da economia local. A partir deste encontro de lançamento, a equipe composta por acadêmicos, técnicos e professores da FASB participam até quinta-feira (20), do treinamento do programa de qualificação para exportação (PEIEX) juntamente com os representantes da Apex- Brasil que vieram de Brasília para esta capacitação.




Professores, coordenadores de cursos da FASB, representantes de sindicatos de agricultores, secretarias de governos, representantes de instituições ligadas ao agronegócio participaram do encontro que promete ser um marco para o Oeste da Bahia, no que se refere a exportação de produtos e serviços. Para o diretor presidente do Instituto Avançado de Ensino Superior de Barreiras (IAESB), mantenedora da FASB, Tadeu Sérgio Bergamo, “Barreiras e toda a região Oeste ganham um grande presente, porque temos uma meta possível de ser atingida; capacitar em até dois anos mais de 100 empresas para o mercado exterior. É um orgulho dizer que a Faculdade São Francisco de Barreiras foi escolhida pela Apex, dentre mais de 50 instituições de ensino superior do nordeste do Brasil para implantar um núcleo de treinamento e qualificação de empresas para exportação”, alegrou-se.




Integrante da equipe de técnicos selecionada pela FASB, a professora e coordenadora do curso de Administração, Joana Ramos explicou como será a nova parceria da instituição que na fase inicial será treinada e em 2019 inicia os trabalhos. “Neste encontro lançamos o programa de capacitação para exportação, que é um dos serviços da Apex-Brasil. Ele funciona através de um convênio que a agência firmou com a instituição de ensino que vai mediar e promover o projeto. Já temos uma equipe de técnicos, monitores, estagiários que vão fazer esse trabalho nas empresas no próximo ano”, conclui.


Segundo Rafael Freitas, técnico da Apex- Brasil que apresentou o projeto inovador para a plateia, o Oeste baiano tem um potencial enorme para exportar mais. Eles destacou as etapas para o processo inicial da exportação. “O programa de qualificação para exportação consiste em orientar e mensurar o potencial exportador da empresa, capacitar e traçar um plano de trabalho e desenvolver o plano de exportação. Esses processos serão orientados pela comissão local sob nossa supervisão”, destacou

Araticum Comunicação – 21/12/2018

Informações para a Imprensa:

Hebert Regis – (77) 9.9978 0913 ou hebert@araticum.jor.br

Nádia Borges – (77) 9.9115 8050 ou nadia@araticum.jor.br   

quinta-feira, 20 de dezembro de 2018

Formosa do Rio Preto - Oeste da Bahia: Grilagem só acabará com 'insistência da Justiça' e apoio policial, diz Calmon

Por Bahia Notícias


A juíza Marivalda Almeida Coutinho, substituta do 2ª Grau, designada pelo Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) para atuar na 1ª Vara Cível em Formosa do Rio Preto, no oeste baiano, julgou improcedente um incidente de suspeição movido contra ela por um grupo de produtores de soja contrários a reintegração de posse de mais de 300 mil hectares a José Valter Dias. A decisão da magistrada foi publicada nesta terça-feira (18). O processo é conhecido por envolver um dos maiores casos de grilagem de terra do país (relembre aqui).

Além de não conhecer o incidente de suspeição, a juíza aplicou uma multa de R$ 1 milhão por litigância de má-fé. O valor é proporcional ao da causa principal. O pedido foi negado pela magistrada, pois o autor não é parte da ação possessória das terras, e por isso, não tem “legitimidade para a presente arguição do incidente de suspeição”. A juíza ainda considerou o pedido como uma tentativa de “tumultuar o andamento dos autos, que há muito vem se arrastando sem apresentar um deslinde justo e aguardado pelas legítimas partes” da ação, que tramita desde o ano de 1990.

No incidente de suspeição, assinado pelo advogado Domingos Bispo, é dito que a magistrada “não dispõe da isenção e imparcialidade necessárias para processar e julgar o feito”. Também é dito que essa “não é a primeira exceção de suspeição suscitada nos autos”. O primeiro pedido foi feito contra o juiz Sérgio Humberto de Quadros Sampaio, por suspostamente ter engavetado o pedido e ter continuado atuando no caso. Marivalda foi designada para atuar no caso, após o juiz Sérgio Humberto se dar por suspeito no dia 14 de novembro deste ano.

A petição faz uma ilação de que haveria tráfico de influência no caso, envolvendo a ex-presidente do TJ, desembargadora Maria do Socorro. Outra ilação é que juíza utilizava um jato particular para se deslocar para Barreiras para atuar no caso. No despacho, a magistrada ressalta que foi designada para atuar na comarca para atender as recomendações do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), para agilizar os processos paralisados, “só tendo autorização para comparecer na comarca por período de quatro dias no mês”. Ela afirma que, na primeira semana, coincidiu com a correição da Corregedoria Geral de Justiça do Interior do TJ-BA, que seguia a correição efetivada anteriormente pelo CNJ. Ainda destacou que logo após a correição, o TJ determinou que todos os processos da Vara Cível fossem digitalizados, e que o acervo atual é de 3,7 mil processos, “o que mais uma vez impediu que esta excepta fizesse o exame de quaisquer autos, só tendo sido despachados aqueles proferidos durante a correição”.

A juíza também pontua que o pedido deixa a impressão de que “a morosidade da marcha processual” é benéfica para as partes que não querem a resolução do caso, de tal forma que, “qualquer magistrado que estiver designado a atuar na comarca será pelo excipiente colocado na situação imaginária de suspeição”. A tese de que a morosidade do Judiciário favorece aos grileiros é reforçada pela ministra aposentada Eliana Calmon, ex-corregedora do CNJ. Calmon, atualmente, é advogada de José Valter Dias em Brasília, perante o CNJ. “A conclusão que a gente chega desse processo é que a Justiça foi muito tardia”, declarou a ministra, conhecida nacionalmente por combater os “bandidos de toga”. Eliana Calmon também afirma que, a cada ganho de causa dado ao interesse de José Valter Dias, a outra parte da ação possessória argui impedimento ou suspeição.

Ao Bahia Notícias, Eliana Calmon fez questão de relembrar todo o caso, e como ele começou. “José Valter era uma pessoa muito simples, que tinha uma oficinazinha em Santa Rita. Ele só tinha um filho, e todo dinheiro que ele tinha, comprava terra. Todo mundo dizia que ele era maluco por comprar essas terras e ele dizia que um dia elas iriam servir. Ele ia comprando sempre as terras. Ele morava em um pedaço melhor, um pedaço que era mais produtivo, e o resto, ninguém se importava, era considerada terra improdutiva”, relatou. A ex-ministra conta que os grileiros começaram a atuar primeiro no Paraná, depois foram para o Mato Grosso, depois Goiás, e logo em seguida, vieram para a Bahia e já chegam ao Piauí. O interesse é no plantio de soja.

“Na Bahia, os grileiros falaram com os proprietários, que são pessoas de pouca instrução, que não sabiam fazer transação bancária e nem nada. Eles ofereceram plantações, tomavam empréstimo e isso aconteceu nas terras de José Valter. Ele achava que isso era uma coisa boa, porque ele não sabia ir a banco, nem nada, e que se dividiria lucro e traria progresso para cidade. Mas quando começou a produzir a soja, foram se desentendendo. Eles botaram José Valter para fora da terra. Deram uma surra nele que ele até perdeu uma visão. Ele ficou apavorado e se mudou para o Piauí”, narrou. Com a expulsão, ele começou a lutar por suas terras e provar que, de fato, elas lhe pertenciam.

No ano de 1990, um advogado ingressou com uma ação de reintegração de posse. De forma imediata, foi assegurada posse a José Valter Dias através de uma liminar, que posteriormente foi mantida pelo TJ-BA. Eliana afirma que teve um desembargador, conhecido à época como “Chocolate”, que deferiu uma liminar em um mandado de segurança para garantir a posse de terras aos grileiros. A liminar vigorou por 25 anos. “Neste tempo, os posseiros forjaram um título de propriedade em cima dessas terras do José Valter, através de um inventário forjado”, destacou. Através de uma investigação do Ministério Público da Bahia, se verificou a falsidade do inventário. “O inventário foi anulado, a partilha também. Foi com essa partilha falsificada que eles forjaram os documentos. Com esses documentos, conseguiram, inclusive, empréstimo no BNDS”, conta a advogada.

Além de um inquérito do MP, também foi realizado um inquérito policial, concluindo que as terras são de José Valter. “A partir daí que a Corregedoria do Interior e o Conselho da Magistratura do TJ-BA, instauraram um processo, e nesse processo, deram reintegração de posse a José Valter”, afirma Eliana Calmon. Ela conta que, com este fato, os grileiros foram ao CNJ, por não ter mais instância para apelar contra a decisão. No CNJ, os grileiros argumentaram que o TJ não poderia anular todas as matrículas frutos de fraude. “O CNJ verificou que as escrituras estavam corretas, mas precisava tocar uma ação possessória. Mas essa ação possessória já havia sido ajuizada, há 25 anos, que estava parada. Se retornou a ação possessória, que estava parada, foi ratificada a liminar de 25 anos atrás, e agora, eles estão loucos”, declarou.

Eliana Calmon descarta a ideia de compra de sentenças no caso e tráfico de influência. “Não há possibilidade de compra de votos, pois essa decisão, do Conselho da Magistratura, foi feita em cima de um inquérito civil instaurado pelo MP-BA e um relatório da Polícia Civil, que fez um levantamento. Em linhas gerais, o relatório da polícia indica que tudo isso está acontecendo é por causa da Justiça, que demorou tanto. Demorou com uma liminar de um desembargador que foi ‘graciosa’”, avaliou. Os problemas do processo começaram a ser saneados quando um corregedor chegou à cidade e se deparou com a situação e reconheceu que o título das terras correto era de José Valter Dias. “O Conselho da Magistratura foi corretíssimo. O relator desse processo foi o desembargador José Olegário Monção Caldas. Eu estudei e especulei o voto dele todo. Foi um voto brilhante. Ele é muito preparado, muito inteligente. E deu uma liminar corretíssima, muito bem fundamentada, e todos os outros membros, sem exceção, seguiram a linha dele”, asseverou.

Uma comissão da Câmara dos Deputados quer abrir uma Comissão Parlamentar de Investigação (CPI) para investigar a decisão judicial que mantém a posse de terra com José Valter Dias. Eliana Calmon, entretanto, declara que uma CPI “não pode investigar decisão judicial” e que essas medidas tem sido adotadas por pessoas que estão desesperadas com manutenção da posse. Sobre a declaração do promotor de Justiça, André Fetal, de que a posse teria sido dada em “um passe de mágica”, Eliana afirma que não há “nada de mágica”. “A reintegração de posse foi dada, foi confirmada pelo Tribunal em uma decisão coletiva”, frisa. Ela ainda informa que o promotor não tinha legitimidade para atuar no caso, e que ele atuou no caso com algum interesse. “Pode ser amizade, às vezes, não é dinheiro. É amizade, ou são presentes, gente agradável, coisa assim”, divagou.

Para a ministra, o caso somente será resolvido com “muita insistência da Justiça e com apoio policial”. Calmon afirma que esse é apenas um de tantos outros casos de grilagem de terras no oeste baiano, por serem terras boas para o plantio de soja e movimentar muito dinheiro. Ela defende que a Polícia Federal investigue o caso mais a fundo, pois as terras griladas foram dadas como garantia em um empréstimo do BNDS. “Isso precisa ser resolvido porque é uma imoralidade. O oeste da Bahia é desse jeito, e a culpa de tudo isso é da Justiça, mesmo que não seja dos juízes, pois os cartórios extrajudiciais eram quem falsificavam esses documentos. Eles tinham que ser fiscalizados pela Justiça”, ponderou.

Eliana Calmon também quer que o Ministério da Justiça se atente para o caso, pela questão já ser um problema de “segurança nacional”. Já há sinalização de uma interlocução com o ex-juiz Sérgio Moro, futuro ministro da Justiça no governo de Jair Bolsonaro, para acompanhar a questão. Ao longo dos últimos anos, foram feitos acordos com produtores e pessoas que compraram as terras sem saber que eram griladas. Alguns compradores eram médicos do Paraná, que as adquiriram pensando que os títulos eram verdadeiros. Para Eliana Calmon, esses acordos são um “reconhecimento de que havia irregularidade” e dá razão as decisões do Conselho da Magistratura e do CNJ.

Link da Notícia: https://www.bahianoticias.com.br/justica/noticia/59969-oeste-grilagem-so-acabara-com-insistencia-da-justica-e-apoio-policial-diz-calmon.html

Oeste da Bahia: Embasa divulga horário de atendimento neste final de ano

Pela Assessoria de Comunicação da Embasa - Unidade Regional de Barreiras (UNB)


A Embasa informa que as lojas de atendimento da Embasa em Barreiras, Luís Eduardo Magalhães, Ibotirama e demais cidades da região Oeste da Bahia, funcionam com horário alternativo neste final de ano. As lojas físicas se manterão excepcionalmente abertas neste sábado, dia 22, e no próximo, dia 29, das 8h às 12h e das 13h30 às 17h30. Os pontos presenciais ficarão fechados nas vésperas de Natal, 24, e Ano Novo, 31, assim como nos respectivos feriados e nos domingos. O atendimento será retomado após os feriados, nas quartas, 26/12, e no dia 2/1.

Recomenda-se à população para verificar as contas em débito para evitar suspensão do fornecimento de água, evitando possíveis transtornos em caso de necessidade de religação neste período. Nestes dias, as equipes da Embasa atuarão em atendimento emergencial à população para serviços como retirada de vazamentos na rede distribuidora, desobstrução de rede de esgoto, religação de água e verificação de interrupção temporária do abastecimento nos imóveis.

A Central de Atendimento da Embasa funcionará normalmente no período, pelo telefone 0800 0555 195. O cliente também poderá acessar os serviços pela agência virtual no site https://agenciavirtual.embasa.ba.gov.br, ou por meio do aplicativo direto no celular.


O borracheiro latifundiário vence caso da Coaceral!

Por Lauro Jardim
De Agência O Globo
Com foto de Fabio Rossi


A inusitada história do borracheiro que virou latifundiário em Formosa do Rio Preto (BA), ganhou ontem mais um capítulo.

 A juíza Marivalda Moutinho deu uma sentença confirmando, agora no mérito, a liminar que transferia a posse de 366 mil hectares ao borracheiro José Dias. Para que o leitor tenha uma ideia, a área equivale a cinco vezes o tamanho da cidade de Salvador.

Marivalda foi designada há um mês pelo Tribunal de Justiça da Bahia para atuar na causa, depois que o juiz Sérgio Sampaio, que deu a liminar a Dias, declarou-se suspeito.

Ao julgar a demanda, Marivalda se negou a ouvir dezenas de agricultores que estão nas terras desde a década de 1980. Descartou ainda a participação do Ministério Público com a justificativa que não se trataria de um conflito agrário.

O Instituto Chico Mendes também teve rejeitado seu pedido de ingressar no processo. O instituto se diz interessado já que 50 mil hectares das terras demandadas por José Dias fazem parte de uma reserva ambiental. 

Enquanto isso, em outra demanda na Justiça Federal, Dias tenta anular o decreto que criou a reserva, para que a propriedade das terras da reserva também passem para suas mãos.

Link da Notícia: https://blogs.oglobo.globo.com/lauro-jardim/post/o-borracheiro-latifundiario.html

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quarta-feira, 19 de dezembro de 2018

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Oeste da Bahia abre mão de R$ 6,5 bilhões em favor da vegetação nativa da reserva legal

Por Hebert Regis
De Assessoria de Imprensa Abapa


Se fossem cultivadas com milho, as áreas de reserva legal do Oeste da Bahia teriam gerado R$ 6,5 bilhões em 2017. O cálculo foi feito pela Embrapa Territorial (Campinas, SP), por solicitação Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa). Foi apurado o custo de oportunidade, bem como o potencial de geração de empregos, impostos e alimentos, nos espaços dedicados à preservação da vegetação nativa na região.


A equipe da Embrapa escolheu o milho para estimar os valores porque é o produto de maior dispersão territorial no Brasil: está presente em 92% dos municípios e ocupa 20% da área colhida da produção agrícola nacional. No oeste baiano não é diferente. O grão é cultivado nas seis microrregiões. Nos arredores de Barra, Bom Jesus da Lapa e Guanambi está relacionado à agricultura de subsistência; nos de Barreiras, Santa Maria da Vitória e Cotegipe, integra a agricultura comercial.

O pesquisador da Embrapa Rogério Ferreira explica que o milho é um dos principais cultivos no Oeste da Bahia, ao lado do algodão e da soja. A metodologia aplicada na região será replicada para estudos em outras regiões do País, por isso a escolha pelo produto presente no maior número de municípios.

O cálculo do custo de oportunidade foi feito considerando, em cada microrregião, a produtividade média de milho, o valor do produto e o número de hectares ocupados com reserva legal. Os dois primeiros têm como referência os dados da Produção Agrícola Municipal (PAM) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Já o volume de terras destinado a reserva legal tem origem na análise da Embrapa Territorial sobre as informações do Sistema Nacional de Cadastro Ambiental Rural (Sicar). Foi identificado quase 1,8 milhão de hectares dedicados pelos produtores rurais à reserva legal no Oeste da Bahia - área semelhante ao tamanho de Israel). Nesse espaço, a produção potencial de milho calculada é de 9,3 milhões de toneladas.

Ainda tomando como referencial o cultivo do grão, foi estimado em 88.829 o número de empregos que teriam sido gerados para atender à produção. Para o Fundo de Assistência ao Trabalho Rural (Funrural), teriam sido arrecadados R$ 125 milhões.

Segundo o analista Gustavo Spadotti, que está à frente do Grupo de Gestão Territorial Estratégica do centro de pesquisa da Embrapa em Campinas, o trabalho busca dimensionar o valor das reservas legais. “É preciso saber quanto vale esse esforço de preservação da vegetação nativa feito pelos produtores rurais e pelo País para ele seja reconhecido aqui dentro e no exterior”, defende.

O presidente da Abapa, Júlio Cézar Busato, tem opinião semelhante: “A sociedade precisa, antes de criticar, saber o quanto vale para o produtor preservar uma área com vegetação nativa. Sabemos da importância da reserva legal, continuaremos respeitando o Código Florestal, e preservando, porque entendemos a importância destas áreas para o meio ambiente. É importante que todos saibam qual é realmente o custo desta preservação para toda a sociedade”.

Contexto
A reserva legal é uma área com cobertura de vegetação nativa dentro do imóvel rural, obrigatória de acordo com o Código Florestal Brasileiro. A área exigida vai de 20% a 80% da propriedade, dependendo do bioma em que está localizada. O percentual maior é aplicado na Amazônia. Além dessa reserva serve como complementação às áreas de preservação permanente (APP), que tem por objetivo a proteção, principalmente, de recursos hídricos e topos de morros.

Até recentemente, o volume de terras destinado para essa preservação da vegetação nativa nos imóveis rurais era desconhecido. Em 2014, os produtores começaram a indicar no Sicar a área e a localização delas em cada propriedade, para atender também uma exigência do Código Florestal. Desde 2017, a Embrapa Territorial analisa essas informações. Os dados atualizados até fevereiro deste ano indicam que 218 milhões de hectares são destinados à preservação dentro das propriedades rurais, o equivalente a 25,6% de todo o território brasileiro. O centro de pesquisa calculou em R$ 3,1 trilhões o valor do patrimônio imobilizado nessas terras. Para o Oeste da Bahia, este valor chegou a 156 bilhões de reais.

O trabalho no Oeste da Bahia é o primeiro que estimou o custo de oportunidade das áreas de reserva legal. Nessa região está o “BA” do Matopiba, acrônimo que identifica a região para onde a agricultura expandiu-se a partir do final dos anos 1990, formada também pelo estado do Tocantins e por partes do Maranhão e do Piauí. Na porção baiana da nova fronteira, colheu-se, em 2016, mais de 3 milhões de toneladas de soja, de 1,3 milhão de toneladas de milho e de 877 mil toneladas de algodão.

Para acessar a íntegra do estudo "Custo de oportunidade e potencial de geração de empregos e impostos nas áreas de reserva legal no Oeste Baiano", acesse: https://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/bitstream/item/183999/1/4981.pdf


Contatos para a imprensa
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Telefone: 19 3211-6214

Colaboradores da FASB participam de palestra sobre trânsito seguro com inspetor da Policia Rodoviária Federal

Por Nádia Borges
De Araticum Comunicação


O evento promovido pela Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA) da Faculdade São Francisco de Barreiras (FASB) foi realizado na tarde desta segunda-feira (17) no auditório II da instituição. E para falar sobre o trânsito seguro e respeito ao próximo nas estradas e ruas da cidade, foi convidado o policial rodoviário federal de Barreiras, Juvenal Junior.





Com experiência em atendimento a ocorrências nas estradas, Juvenal apresentou dados estatísticos, fotos e vídeos alertando sobre segurança e prudência nas estradas. “Noventa por cento dos acidentes no trânsito poderiam ser evitados, a informação e a educação no trânsito, o comportamento do motorista pode salvar vidas. O uso do cinto de segurança e a colocação do capacete afivelado, por exemplo são itens de segurança fundamentais para a preservação da vida”, destacou Juvenal Junior.




Para a presidente da CIPA, Fabrícia Porto essa palestra foi pensada para essa época do ano, em que muitos colaboradores saem de férias e pegam a estrada para viajar. “Foi um tema escolhido para garantir que os colaboradores tenham qualidade de vida além do trabalho. Esta é uma palestra que abrange todos as pessoas que estão envolvidas no trânsito; pedestres, motoristas motociclistas, ciclistas, todos de um modo geral. Foi interessante que todos participaram do evento, perguntando, tirando dúvidas sobre infrações e multas”, destacou.




Atentos às informações, os colaboradores de diversas áreas da faculdade participaram da palestra “Segurança no Trânsito”. Esse momento foi bem oportuno, pois estamos prestes a viajar de férias e me chamou bastante atenção o aspecto da ultrapassagem em faixa dupla; riscos e a gravidade dos acidentes nas estradas” disse Carine Jamile, colaboradora e da FASB e integrante da CIPA.

Araticum Comunicação – 19/12/2018

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Nádia Borges – (77) 9.9115 8050 ou nadia@araticum.jor.br   

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