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sábado, 25 de novembro de 2017

FORMOSA DO RIO PRETO/BA: OPERAÇÃO DA POLÍCIA FEDERAL NÃO ATINGE GESTÕES DO EX-PREFEITO MANOEL AFONSO (NEO)

Por Luciano Guedes
Editor do DRP

A Polícia Federal, em conjunto com o Ministério Público Federal (MPF) e a Controladoria Geral da União (CGU), cumpriu, nessa quinta-feira, 23 de novembro de 2017, vários mandados de prisão preventiva, prisão temporária, medidas cautelares e busca e apreensão em cidades baianas, dentre elas, a cidade de Formosa do Rio Preto, no oeste do estado.

Segundo informações do Portal G1-BA, as investigações identificaram três falsas cooperativas pertencentes a um mesmo grupo. Essas cooperativas venciam licitações recorrentes e desviavam recursos públicos obtidos através de contratos celebrados com as Prefeituras, na área de transporte, sobretudo escolar. Com os dados obtidos foi possível verificar que as cooperativas serviam apenas de “fachada”, não havendo concorrência entre elas - uma vez que as vencedoras eram definidas previamente. Os contratos fraudados somam cerca de R$ 132 milhões, dos quais R$ 45 milhões teriam sido desviados. Este valor de R$ 45 millhões foi bloqueado das contas de investigados, de acordo com a CGU.

Inicialmente foi citado que as cooperativas investigadas são a Coopetran (Cooperativa de Transportes Alternativos do Estado da Bahia), a Transcops (Cooperativa de Trabalho dos Profissionais de Transportes Alternativos Especiais)  e a Transcoob (Cooperativa Mista de Profissionais de Transporte e Consumo do Brasil). De acordo com a advogada Taís Arcanjo, a extinta empresa Transcoob não foi citada como investigada na operação. Ela afirmou ao G1 que teve acesso à decisão judicial e que apenas uma ex-funcionária da empresa foi citada no processo e é investigada. A reportagem do G1 não conseguiu localizar os responsáveis pelas outras duas empresas. Contudo, a Controladoria Geral da União informou que são alvos da operação duas cooperativas e uma empresa. Os nomes delas não foram divulgados.

Como se vê, as informações da reportagem do G1 são muito vagas. Não cita os nomes das gestões envolvidas nesse escândalo. Por isso, o senhor Manoel Afonso (NEO), ex-prefeito de Formosa do Rio Preto/BA, por 8 anos em dois mandatos sucessivos, de 2005 a 2012, informou ao DRP que até o último dia de suas gestões, encerradas em 31 de dezembro de 2012, não manteve nenhum contrato com as cooperativas citadas na reportagem do G1. NEO é o principal nome da oposição formosense para disputar a eleição de 2020 para prefeito desse Município do Vale do Rio Preto do Oeste Baiano.


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